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Answer The Public: encontrar as perguntas dos teus clientes

Transforma uma keyword em dezenas de perguntas reais. É a forma mais rápida de encontrar temas para o blog.

Preço
Freemium
Categoria
Conteúdo
Uso-a
Todas as semanas

O Answer The Public faz uma coisa só, e faz bem: pegas numa palavra e ele devolve-te as perguntas que as pessoas escrevem no Google à volta dela. "Dentista quanto custa", "dentista sem dor", "dentista urgência domingo".

É a ferramenta mais rápida que conheço para encontrar temas para o blog e para as FAQ das páginas de serviço. Em vez de inventares o que os clientes querem saber, vês o que eles perguntam mesmo.

A versão gratuita é limitada a poucas pesquisas por dia, mas para um negócio local em Lisboa chega. Não precisas de fazer isto todos os dias — precisas de o fazer bem uma vez por trimestre.

Para que serve

  • Encontrar temas para artigos que respondem a perguntas reais
  • Escrever FAQ nas páginas de serviço com as dúvidas certas
  • Descobrir preposições e comparações ("X ou Y", "X para Z")
  • Perceber o vocabulário que os clientes usam (não o que tu usas)
  • Preparar conteúdo para pesquisa por voz e por IA

Como a uso no dia a dia

Escolho Portugal e português antes de pesquisar

Parece óbvio, mas o padrão é inglês e Estados Unidos. Sem mudar o país e a língua, os resultados não servem para nada. Depois de mudar, uso palavras simples: "advogado", "implantes dentários", "alojamento local".

Vou direto à lista, não à roda

A visualização em roda é bonita para capturas de ecrã, mas para trabalhar é inútil. Mudo para a vista de dados, exporto para CSV e trabalho numa folha de cálculo.

Separo perguntas de compra de perguntas de curiosidade

"Quanto custa", "onde", "perto de mim", "melhor" são perguntas de quem está a decidir — vão para as páginas de serviço. "O que é", "como funciona", "porquê" são de quem está a aprender — vão para o blog. Misturar as duas é o erro mais comum.

Confirmo no Google antes de escrever

O Answer The Public sugere; o Google confirma. Antes de escrever um artigo, pesquiso a pergunta e vejo o que já aparece. Se os três primeiros resultados são fracos, há espaço. Se são portais grandes com artigos completos, escolho outra.

O que gosto

  • Rápido: em dois minutos tens 100 ideias de conteúdo
  • Mostra o vocabulário real dos clientes
  • Bom para FAQ e para pesquisa por voz
  • A versão gratuita chega para um negócio local
  • Exportação para CSV para trabalhar com calma

Onde falha

  • Não dá volumes de pesquisa fiáveis para Portugal
  • Muitas sugestões são ruído ou não fazem sentido
  • A versão gratuita tem um limite baixo de pesquisas por dia
  • Não te diz se consegues posicionar para a pergunta
  • Os dados vêm do autocompletar do Google — perguntas raras não aparecem

O meu veredicto

Ferramenta de uma hora por trimestre. Usa-a para construir a lista de temas do blog e as FAQ das páginas, confirma no Google, e volta a fechar. Não substitui saber o que os teus clientes te perguntam ao telefone.

Alternativas que vale a pena conhecer

Autocompletar do Google
Escreve a palavra no Google e vê as sugestões, depois "As pessoas também perguntam". Gratuito e mais atual.
AlsoAsked
Foca-se só no bloco "As pessoas também perguntam" e mostra a árvore de perguntas relacionadas. Bom complemento.
Search Console
Mostra as perguntas para que já apareces sem saberes. Começa por aí antes de procurar novas.

Perguntas frequentes sobre Answer The Public

O Answer The Public funciona em português de Portugal?

Funciona, desde que escolhas Portugal como país e português como língua antes de pesquisar. Os resultados vêm do autocompletar do Google para Portugal, por isso refletem o que as pessoas escrevem cá — com as palavras nossas, não brasileiras.

Nota que para nichos pequenos ou zonas específicas ("dentista Areeiro") as sugestões são poucas. Nesses casos pesquisa pelo termo mais geral e junta tu a zona.

Devo escrever um artigo para cada pergunta?

Não. Muitas perguntas são variações da mesma dúvida — "quanto custa um implante", "preço implante dentário", "implantes dentários valor" — e devem ser respondidas num único artigo completo, não em três artigos finos.

Agrupa as perguntas por intenção, escolhe a formulação mais comum como título, e responde às outras como secções (H2) do mesmo artigo. Um artigo bom vale mais do que dez medianos.

A versão gratuita chega?

Para um negócio local, sim. O limite é de poucas pesquisas por dia, mas não precisas de mais: fazes as pesquisas dos teus três ou quatro serviços principais, exportas, e tens trabalho para meses.

A versão paga faz sentido para agências ou para quem produz conteúdo para vários clientes todos os dias.

Próximo passo

Vamos pôr o teu negócio de Lisboa no topo do Google?

Sem compromisso e sem discurso de vendas. Falamos 20 minutos, olho para o teu site à frente de ti e digo-te o que está a travar-te. Se fizer sentido trabalharmos juntos, dizemos. Se não fizer, também digo.